Detalhe da obra Memórias da Aninha (2015, 165x145cm, acrílica sobre tela), que integra a exposição | Imagens: Cida Carneiro (das obras) e David Mendoza (fotos da artista)

Detalhe da obra Memórias da Aninha (2015, 165x145cm, acrílica sobre tela), que integra a exposição | Imagens: Cida Carneiro (das obras) e David Mendoza (fotos da artista)

Princesas imperfeitas

Artista visual Cida Carneiro retrata o universo feminino em pinturas e desenhos  

Uma princesa pode ser a esposa de um príncipe ou a descendente de um rei. Também pode ser sinônimo de mulher muito bonita, formosa e deslumbrante. A artista visual Cida Carneiro foi além da definição do padrão ao retratar seu próprio universo de mulheres princesas em pinturas e desenhos que compõem a exposição a ser inaugurada, amanhã, às 19 horas, na Vila Cultural Cora Coralina.


A artista visual Cida Carneiro em ação em seu estúdio

Em Memórias do Feminino, Cida transpõe o pré-estabelecido para dar vida a seres livres de estereótipos. Traços, texturas e cores pulsantes se unem  para revelar suas personagens, de mocinhas a anciãs. Assim, em mais de 30 pinturas em acrílico sobre tela e desenhos, a figura da princesa ganha novas representações e contemporaneidade.

Cida Carneiro é graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com especialização em pintura e Design de Comunicação. A atuação profissional nas áreas de design gráfico, fotografia e moda tem reflexos na produção da artista.  Além de coroas, suas princesas usam botas, minissaias, tatuagens e outras vestimentas. Elas deixam seu lugar tradicional e ganham elementos contemporâneos que as transformam em mulheres reais.



Cores e texturas recriam princesas imperfeitas 

Para o curador da exposição, Cristiano Lemes, a obra de Cida Carneiro estabelece no feminino o suporte para inscrever vivências, memórias e cotidianos. “Meigas, doces, caricatas, sexuais, sutis, tímidas, fortes, frágeis, poderosas, essas personagens constituem sobreposições das condições do feminino em composições diversas”, afirma.

Lemes ressalta que a produção estética de Cida Carneiro migra de seu universo particular e afetivo para a sensibilidade coletiva ao inscrever novas práticas artísticas. “Enquanto pinta, a artista também se faz estilista e fotógrafa, ora afirmando costumes, ora negando-os em demonstrações de rebeldia e afirmação sexual". (Adevania Silveira, com release para imprensa)

SERVIÇO
Exposição:
Memórias do Feminino, de Cida Carneiro
Abertura: 26 de janeiro de 2017, às 19h
Visitação: 27 de janeiro a 3 de março - das 9h às 17h, de terça a domingo
Local: Vila Cultural Cora Coralina (ao lado do Teatro Goiânia)
Endereço: Avenida Tocantins com Rua 3, Centro – Goiânia (GO)
Instagram: @cidacarneiro.arte
Site: cidacarneiro.comConfirme sua presença pelo Facebook: https://www.facebook.com/events/1848867572038833/

3 comentários

Fernanda Pultrini

Parabéns pela matéria! Amei Adevania querida! Esta exposição é de uma sensibilidade feminina fantástica!!!! Tenho a minha princesa preferida já! Espero encontrar a revista the book lá! Um bjo pra vocês que sempre estão trazendo matérias lindas e super cool!

Cida Carneiro

Que linda matéria, Adevânia!!! Super feliz e orgulhosa de fazer parte da Revista The Book!!!! Gratidão pelo carinho de sempre!!! Seu texto é sensível, instigante e encantador!! Parabéns!!!!

David

A exposição está linda e o texto excelente!! Parabéns!!
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