Público animado na manhã seguinte | Imagem: Gregore Miranda

Público animado na manhã seguinte | Imagem: Gregore Miranda

Wurm esquenta Goiânia

Nem o frio se atreveu a atrapalhar a esperada festa do leão, que superou as expectativas do público em sua sexta edição

A Wurm conseguiu superar as expectativas depositadas nesta que era uma das festas mais aguardadas do calendário da cidade.  Na fórmula, uma decoração suntuosa, comida e bebida fartamente servidas, set animado, uma superprodução no palco, além de pirotecnia.

Soma-se a isso o diferencial fundamental: o público. Para começar, a quantidade parecia ser acertada: 2 mil pessoas - o suficiente para todos circularem com comodidade e manter a categoria de seleto. A festa não atraiu somente os tradicionais baladeiros do circuito, mas também outras tribos, o que dava para notar na diversidade dos outfits e na faixa etária, em grande parte, maior de 30, além de muitíssimos casais - talvez pela história do evento que começou como uma festa de aniversário conjunta (leia aqui).


 Imagem: Gregore Miranda

Tana Lobo, que assinou o decor, tirou partido da arquitetura rústica da Villa Cavalcare associando-a à uma cenografia sofisticada. Para isso, abusou dos lustres de cristais estilo barroco em toda a área da festa, desde a entrada - pendurados nas árvores!- até em torno da pista.  

Ainda na entrada foi montado um lounge e os espaços gourmet com bufê assinado por Liliane Lobo. Após um lance de escadas, a pista, rodeada nas laterais por imensos bares –open, claro, e sem filas. Um dos lados, era naturalmente cercado por imensos eucaliptos que, iluminados, valorizaram muito o visual. Diante deles foram montados dois paneis enormes com mosaico de flores formando a logo com a cabeça de leão, símbolo da Wurm. 


Pirotecnia no meio da festa | Imagem: Gregore Miranda

Era perceptível a sensação de contentamento geral e muita aprovação por tudo que se via ao redor. A festa estava bonita, animada e a estrutura funcionava muito bem. A única surpresa da noite se tornou também um ponto positivo: o esperado frio de 8 graus não apareceu e os casacos foram parar na cintura!

A maioria dos festeiros chegou no local ao redor da uma da manhã e começou a circular e a esquentar, a pista e o corpo. O ápice do evento foi a atuação do DJ Guga Guizelini quem, por alguns minutos, se juntou aos demais para curtir a festa na pista. Ele e seu irreverente e chamativo cocar Sioux, sua marca registrada, trouxeram ainda mais cor e vida para a Wurm.


 Imagem: Gregore Miranda

O dia amanheceu, os sunglasses apareceram e ninguém parou de dançar. A ordem era aproveitar ao máximo as últimas horas de festa, marcada para encerrar às oito da matina. Mas ninguém parou. Nem a música, nem o público e os leões mais ferozes ficaram soltos até as dez da manhã – afinal era quase hora de almoçar com os pais. 

A frase mais usada para definir a Wurm - uma festa de amigos feita por amigos - faz juz à balada, que é grande de público, mas sin perder la ternura jamás. Até a próxima. Confira a galeria de imagens.

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